domingo, 25 de março de 2012
(...)
"Se somos idealistas e de nosso ideário tiramos a força necessária a todos e a nós mesmos, não serão os da revolução que nos dirão o que pensar, já que não dizem nem o que devemos fazer. Somos revolucionários sem a necessidade da revolução!"
sábado, 24 de março de 2012
Descontinuidade desigual
Pensamentos, preceitos, más vontades e boas índoles. Choca-se tudo sob as energias que nos cercam, entre as sintonias às quais vivenciamos, e abaixo de qualquer frequência que se possa pressentir. Acreditando assim, sermos senhoril de nós mesmos e inquilinos de algo que obviamente damos como direito natural; sem pedir licença, por favor, sem hipótese alguma de conceito, onde o acontecimento é fato e assim se firma como concreto; não prestamos a atenção devida ao movimento que o vento faz quando assopra bem forte no nosso rosto, e muito menos as curvas que a água faz ao tocar nosso corpo; enxergamos o que queremos, vemos da forma que podemos, mas sentimos da forma que precisamos.
Uns vem, e muitos outros vão, selecionados pelo tempo, mostrados pela forma de viver a existência, alguns mais intensos e outros bem lentos, os não muito fortes e os que nunca desistem; somos feitos das soluções efetivas de nossa própria problemática, tudo é parte e em algo maior se encaixa de forma linear; uns sempre irão compreender melhor que outros e alguns, nem ao menos, se prestaram ao papel.
A carne e o sangue, o pão e o circo, meios bem simples de nos mantermos ligados às nossas raízes hermeticamente romanizadas, praticamente eternizadas em nosso nódulo cerebral, exercido no modo: sempre e mais. Aqueles que entendem isso na sua forma crua e sensata possuem um poder enorme, têm para si o direito de mudança, os elementos que realmente fazem o diferente mostrar a sua diferença – mas antes, se ponham imunes aos movimentos maliciosos que nos invadem enquanto nos armamos para a defesa do saber.
Somos descontínuos e dessa descontinuação fazemos parte, entretanto, estamos continuamente dispostos à continuidade, ao óbvio, ao medo de sermos seres lisérgicos, de que na loucura infindável e humana está a resposta, de que a ânsia do irreal pode ser usada como um recurso ilimitado de saber. Deixemos de lado todo nosso julgamento vital, todo o pré-conceito que temos de mundo e universo, esqueçamos que esse universo possa conspirar a nosso favor; entenda que todo acontecimento é consequência, que a sequela que trazemos conosco vai nos acompanhar até o momento que quisermos enxergar que somente nós somos teoria e prática, que unicamente assim seremos desiguais, e principalmente que, não é o mundo que nos serve, e sim nós que o servimos!
Uns vem, e muitos outros vão, selecionados pelo tempo, mostrados pela forma de viver a existência, alguns mais intensos e outros bem lentos, os não muito fortes e os que nunca desistem; somos feitos das soluções efetivas de nossa própria problemática, tudo é parte e em algo maior se encaixa de forma linear; uns sempre irão compreender melhor que outros e alguns, nem ao menos, se prestaram ao papel.
A carne e o sangue, o pão e o circo, meios bem simples de nos mantermos ligados às nossas raízes hermeticamente romanizadas, praticamente eternizadas em nosso nódulo cerebral, exercido no modo: sempre e mais. Aqueles que entendem isso na sua forma crua e sensata possuem um poder enorme, têm para si o direito de mudança, os elementos que realmente fazem o diferente mostrar a sua diferença – mas antes, se ponham imunes aos movimentos maliciosos que nos invadem enquanto nos armamos para a defesa do saber.
Somos descontínuos e dessa descontinuação fazemos parte, entretanto, estamos continuamente dispostos à continuidade, ao óbvio, ao medo de sermos seres lisérgicos, de que na loucura infindável e humana está a resposta, de que a ânsia do irreal pode ser usada como um recurso ilimitado de saber. Deixemos de lado todo nosso julgamento vital, todo o pré-conceito que temos de mundo e universo, esqueçamos que esse universo possa conspirar a nosso favor; entenda que todo acontecimento é consequência, que a sequela que trazemos conosco vai nos acompanhar até o momento que quisermos enxergar que somente nós somos teoria e prática, que unicamente assim seremos desiguais, e principalmente que, não é o mundo que nos serve, e sim nós que o servimos!
quinta-feira, 1 de março de 2012
O tudo e o nada
"Por tudo que somos, por tudo que não poderemos ser; por nada que queremos, por nada que não é certo ser. Promessas, juras, pedidos... nada é necessário e tudo é falho. Somos tudo sem nada, já que somos necessariamente falhos. Esquecemos que do pó viemos e a ele retornaremos; deixamos de lembrar que tudo depende de nós, e que o nada também. Tudo gira pelo feliz instantâneo e nada pelo cotidiano estável; lembramos que somos e guardamos o que podemos ser. Entendemos que, de fato, o tudo é aquilo que almejamos ser, pois é assim que nos ensinam: 'é tudo ou nada'. Entretanto, abra sua mente e enxergue o segredo que vive atrás do tudo; que o tudo é para todos e o nada somente para alguns. Pois o tudo nunca será o nada, e o nada será sempre o tudo."
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